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Boa leitura

Música e Tecnologia – distinções

Música e Tecnologia - distinções
Escola de Marketing faz mapa de como a inteligência artificial pode influenciar no futuro da música.

Redação

Pesquisa inédita está analisando mais de 3.000 faixas de música do Spotify e Deezer, para entender quais características são necessárias para se chegar ao Top 200 das mais ouvidas.

São Paulo, 26 de Abril de 2023

2 Minutos.

Lançamento do projeto aconteceu dentro do evento Rock in Hub, com palestras e workshops de executivos de gravadoras e plataformas, líderes de grupos musicais, profissionais de tecnologia e inovação, durante os dias 17 e 18 de abril São Paulo, 14 de abril de 2023.

O segmento cultural da escola, que já operava no meio digital desde o início da pandemia, passou a adaptar suas atividades e serviços exclusivamente para este meio. A música (o negócio) ganhou com seus intérpretes lives (vitrine), novos modelos de inserções nas mídias sociais e um forte consumo nas plataformas especializadas.

Dentro desse contexto, a ESPM, escolas de negócios, por meio do Núcleo de Transformação Digital da ESPM (DIGI), realiza mais um estudo inédito, dentro da “Transformação Digital da Comunicação” em diversos segmentos, com o objetivo de mapear como a inteligência artificial pode influenciar no futuro da música (especificamente no formato comercial).

Coordenada pelo Centro de Gestão e Transformação de Negócios do curso de Administração da instituição, a pesquisa analisa mais de 3.000 (suficiente?) faixas de música do Spotify e Deezer, para entender quais características são necessárias e como a melodia pode chegar ao Top 200 das mais ouvidas.

São só negócios

O coordenador da pesquisa e professor de Business Technology e Marketing Science da ESPM e sócio da Cognitive Inteligência de Marketing, explica que a análise está sendo realizada em mais de seis anos de histórico de canções disponíveis nas plataformas (3 mil músicas em seis anos): “Nosso objetivo é criar um simulador que possa prever o sucesso das músicas.

Por exemplo, baseada em algumas características como artista (ou artesão), gênero, níveis de “dançabilidade” (ops!), energia de cada peça musical das playlists e tempo desta, o simulador irá estimar a probabilidade de a canção fazer sucesso. Isso pode influenciar o mercado, melhorando a tomada de decisão para se investir em campanhas ou produção de um determinado gênero”, diz.

Música e Tecnologia - distinções
Negócios digitais para “todos” os gostos e sensibilidade auditiva. (Img Web)

Já o professor de Mídias e Inovação da ESPM e CEO do Grupo Youpper Consumer & Media Insight, ressalta que a indústria da cultura soube reagir aos desafios da pandemia e o pós-pandemia rapidamente, e encontrou uma audiência ávida por entretenimento, reflexão e novas experiências. “A *indústria da música, vem agregando inovação ao longo do tempo, com o uso de algoritmos e maiores taxas de precisão métrica como modelo antes de lançar uma nova canção no mercado. Isso traz uma alta precisão, o que significa correr menos riscos numa decisão comercial muito mais assertiva”.

Festival de inovação e negócios

O evento foi promovido pelo centro de Administração e o Núcleo de Transformação Digital da Escola. Foram quatro palcos simultâneos, 17 atrações, 35 painelistas entre celebridades do mundo da música, executivos de multinacionais de tecnologia e inovação, fundadores de startup e ex-alunos da ESPM, que falaram sobre as tendências de mercado, soluções de inovação, empreendedorismo e marketing.

Dentre os convidados estavam Cláudio Vargas (Universal Music), Conrado Lancerotti (baixista do NXZero), Thiago Endrino (Elemess Music), Fernando Gabriel (STRM), que debateram temas como “Inteligência Artificial (IA) e o Futuro da Música” no palco Mundo; Francisco Mattos (Fórmula 1), Talita Pareja (Suzano), Ludmila Ximenes (Grupo DVT), falaram sobre “Grandes Eventos e Ativação de Marca” no palco Mundo; e outros executivos da Nubank, XP, Nivea, Locaweb, Mercado Bitcoin que abordando sobre Mercado Financeiro, Marketing Digital, Moda, Startups e Inovação.

A divulgação da pesquisa “Inteligência artificial pode influenciar no futuro da música” acontece dentro do debate “O Futuro da Música”, e teve a participação de executivos e profissionais de gravadoras, e músicos, na abertura do evento.

*[N.E.: A indústria da Música não produz Música, assim como não produz cultura. Ou se o faz, é no máximo cultura digital. Ou seja – é um termo restritivo e relativo ao uso dos ferramentais disponíveis – Trata-se aqui de desenvolver análises das ferramentas eletrônicas ligadas ao universo computacional para divulgar, a partir de meios de comunicação, com suas métricas e outras tecnologias de aferição mercadológica, portanto, de caráter comercial, o que pode e deve ser vendido/consumido, a partir do interesse dos proprietários destas ferramentas e da influência que se consegue no público dito consumidor, a partir de incentivos e insumos/recursos publicitários. Neste sentido as ferramentas digitais são específicas para ‘garimpar’ no cenário da música (produto ocidental, com abertura para o oriental) peças artesanais capazes de cair no agrado dos ouvidos “populares.” Como sacos de pipoca ou de tapioca. Uma análise básica e dialética, cientifica, dos por quês, como, quando, onde e quem deixa isso pacificamente claro e explícito.]

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